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O blog responde: Achei um Westie!

Achar um cão na rua ou receber um cão doado pode ser uma caixinha de surpresas!

Mas já pensou abrir essa caixinha de surpresas e dar de cara com um Westie?

Hoje eu vou abrir um espaço aqui pra contar a história de dois westies lovers sortudos que receberam em suas vidas, meio sem querer, um cão da raça West Highland White Terrier. Após cada uma delas eu vou relatar alguns cuidados que indiquei. Vamos à primeira história.

Amei o seu Blog! Muita informação do qual precisava! Encontrei a 5 meses um lindo cãozinho branco numa praça perto de minha casa (até então nem sabia se era vira lata ou não estava imundo!)! Passei dois dias observando o bichinho e não aguentei…Confesso que ele me adotou no primeiro olhar de Westie pra mim!

Meu esposo me chamou de louca de tê-lo trazido para nossa casa sem saber de sua procedência, mas era mais caridade… iríamos adquirir um Yorkshire para nossas filhas no fim do ano, mesmo com um quintal enorme, já estava certa de que seria essa raça!… Depois de mais de 15 dias, veterinário medicação, banho, tosa… e procura pelo dono, abrigos e clínicas veterinárias, fomos até um evento de uma ONG de nossa cidade!!! E soubemos de sua história… muito fujão!

Localizei o dono que num primeiro momento diz querer seu cão de volta, justo mas me doeu muito só de pensar em devolver… Disse que tudo bem que não precisaria nem pagar as despesas mas que continuasse a dar a medicação e se eu o encontrasse de novo não o devolveria… Foi então que ele disse que por eu ter criança deixaria o branquelo conosco!

Deixei meu telefone com ele e fui embora com as informações q tanto precisava… data de nascimento, procedência, vacinas (mesmo já tendo iniciado novamente a vacinação)!!

Graças ao bom Deus, o Dodó hpje é um menino lindo, obediente, dorminhoco, brincalhão, o príncipe da casa com sua coleira de macramê…rsrsrs… O nome Dodó, foi nome escolhido pela minha caçula por amar o filme da Disney – uma ironia, pois pelo que sei o personagem é “um caçador de raposas”!

Nós passeamos com ele todos os dias por uns 20 minutos no mínimo, e minhas filhas amam estes passeios após o colégio, o que já virou rotina! É um garoto mimado no meio da mulherada, já que meu esposo chega tarde da noite! Enfim… uma triste história com final feliz, um acaso que veio adoçar minha família, mas como nem sempre é assim espero que continue firme em sua opinião, pois é assim que se evita “abandonos” de qualquer raça que seja, de qualquer animalzinho que seja! Obrigada pelas informações.

Olá, bom dia! Achei incrível sua história. O mais incrível é o fato do Dodó ter adotado sua família. Como diz Dr. Bruce Fogle, nós não escolhemos o cão e sim ele que nos escolhe!

Já que você já tem as informações sobre as vacinas, não vacine mais ele se não estiver precisando tá? Se ele estiver imunizado, deixe quieto e siga apenas os reforços. Vacina em excesso só atrapalha o sistema imunológico deles que é o ponto fraco da raça.

Ainda mais se ele estiver doente, pois nunca devemos vacinar um cão doente. Aqui eu sigo um programa vacinal de 3 em 3 anos, e já li artigos que falam que elas duram 7 anos! Leia mais sobre vacinas clicando aqui.

São textos da Dra. Sylvia Angélico com links para os artigos bem importantes. Ela inclusive publicou um artigo no Revista Clínica Veterinária. Boa sorte com o seu novo companheiro e volte sempre aqui!

Vamos à segunda história:

Em primeiro lugar, parabéns pelo blog, pois ele realmente ajuda muito os novos “pais” de Westies.

Nosso “pulguento” caiu meio que de paraquedas para eu e minha noiva, pois não pretendíamos ter um cachorro dentro de casa, muito menos um Westie, mesmo adorando cachorros e tendo outros dois de grande porte no pátio. Isso porque não paramos muito em casa, pois saímos cedo para trabalhar e, principalmente eu, volto tarde por causa da faculdade, e ter um cachorro dentro de casa significaria deixa-lo muito tempo sozinho.

Como nem tudo na vida é como a gente espera, num belo sábado minha cunhada aparece com um cãozinho branco dizendo que seria um presente para sua afilhada, e que era da tal raça do cãozinho do IG, o que pra mim não significava nada, pois não lembrava da tal propaganda. Minha noiva ficou louca com o cachorro, pois ele era todo despenteado e igual ao que ela tinha na casa da mãe dela, só que branco, mas o cãozinho já tinha dona e, como disse antes, não poderíamos ter um cachorro. No domingo bem cedo minha cunhada liga para minha noiva dizendo que a mãe da sua afilhada não tinha gostado do cãozinho, pois ele estava fazendo xixi em tudo e estava cheio de carrapatos devido ao lugar em que eles moravam, e perguntou se não queríamos ficar com ele, pois o mesmo já estava com 8 meses e se não ficássemos o coitado voltaria para a criadora e ficaria preso na gaiola onde estava até sábado.

Foi uma longa manhã analisando os prós e contras de um cachorro e principalmente a vida do próprio cão por causa de nossas rotinas. Enfim decidimos ficar com ele e ver se ele iria conseguir se adaptar com as nossas rotinas, e principalmente se iria ser um cão feliz ficando tanto tempo sozinho.

A adaptação dele com nós, com a casa e com as duas cadelas de grande porte que ficam no pátio (grande pátio por sinal) foi fácil. No inicio minha sogra que mora perto ia todos os dias lá pra soltar ele um pouco e brincar com ele para que não ficasse o dia inteiro sozinho, porém com o passar do tempo ela não pôde mais ir. Nos primeiros dias sozinho dentro de casa, ele fazia xixi em tudo e sempre achava alguma coisa para destruir (que não eram os seus brinquedos), mas agora ele se comporta muito bem, pois espera até chegarmos em casa para fazer xixi na rua e não faz mais bagunça.

Quando comecei a ler seu blog e outros com informações sobre Westies achei que tínhamos feito uma grande besteira ficando com ele, pois são cães muito ativos e alegres, e não é recomendado que fiquem muito tempo sozinhos, porém nos apegamos muito ao cãozinho devido ao seu ar alegre e sempre brincalhão e até tentamos, mas não tivemos coragem de doar ele. Não sou especialista, mas acho que o nosso Pipo é muito feliz com a gente, mesmo ficando bastante tempo sozinho, pois quando chegamos em casa eu fico bastante tempo brincando com ele, e só paramos de passear com ele na rua, pois ele machucou uma pata em um dos passeios e não achei seguro sair com ele por causa de uma possível infecção.

Estamos com ele desde Novembro/12 e ele vai fazer 1 ano agora em fevereiro. É incrível como cada artigo que leio em seu blog sobre o comportamento dos Westies descreve exatamente as atitudes do Pipo…hehehehe…no começo achei que era um vira-lata, mas agora tenho certeza que é um Westie mesmo.

Óbvio que nem tudo são flores, já perdi as contas de quantas vezes tivemos que dar um banho de emergência, e quebrar a regra dos 15 dias de intervalo, pois ele tinha feito um buraco na grama e estava preto ou de quantos vasos de planta ele já destruiu e saiu brincando com a planta que estava dentro ou dos insetos que ele já matou simplesmente porque estavam no chão se mexendo perto dele, e não tem o que desvie a atenção deste exímio caçador quando ele cisma com algum bicho.

Em resumo, mesmo ainda achando ruim deixa-lo o dia inteiro sozinho dentro de casa, estamos muito felizes de termos um Westie e o seu blog nos ajudou muito a entender o comportamento dele, e principalmente a aprender os cuidados que devemos ter com essa raça maravilhosa. Obrigado pela ajuda.

Aaah, esqueci de comentar: ele já é castrado, isso foi feito na primeira semana quando decidimos que realmente iriamos ficar com ele. Também pelo teu blog tirei as dúvidas sobre castrar ou não…hehehe.

Oi Douglas,

Que história hein? Demorei pra responder porque fiquei pensativa. Tadinho né? E não concordo que se deva dar cães de presente, mas no caso dele eu também concordaria que seria melhor ele ser um presente pra alguém que ficar na gaiolinha.

Bem, entre ficar numa gaiolinha e ter uma casa inteira pra explorar, é claro que ele vai preferir a segunda opção e ser mais feliz com ela – independente se está só ou não. Cães que passam por grandes traumas, tal como viver preso numa gaiolinha ficam realmente muito passivos e até respondem com um comportamento mais brando – vai que ele associou algo ruim com o fato de ficar preso né?

Eu não gosto de deixar cães sozinhos, mas veja bem, acho que você vai concordar comigo: eu estou falando de filhotes que produzo. Pra que eu mandaria um filhote pra alguém nessa condição? Para ele ver o dono sair às 8 e voltar às 22h? Você teria coragem de encaminhar um filhote assim? Maaaaas, na condição do Pipo, fico imensamente feliz que vocês tenham ponderado e aceitado ele. Milhões de vezes ele sozinho, que dentro de uma gaiola com pulgas e carrapatos 🙁

Vou colocar um link que fala de enriquecimento ambiental, e que é ótimo para cães que ficam só. Desse texto eu destacaria a comida escondida. Você ja pensou em dar pra ele ração no kong woobler? Ele é tipo um João-teimoso que libera ração a cada vez que o cão bate com a pata. É um senhor exercito mental. Ao invés de dar a comida no pote você daria uma refeição completa pra ele “se virar” pra comer no woobler. Sessões de exercício mental canino cansam tanto quanto o exercício físico.

http://www.comportamentocanino.com/site/artigos.php?id=9

Outra opção que eu destacaria seria a portinha. Eu tenho portinhas aqui em casa (aquelas igual dos cinemas). Meus cães entram e saem pra área externa quando querem. Assim ele sairia pra fazer as necessidades lá fora, brincar com as outras duas (eu castraria ele, caso ele não fosse castrado).

Não é saudável um cão ficar mais de 8h sem fazer xixi. Eles até conseguem ficar, mas isso no futuro traz uma série de problemas. Eu prefiro evitar, pois um cão doente na velhice é muito ruim de se manejar. Principalmente doente dos rins, entende?

Um beijo, e um grande abraço no Pipo. Apesar dos percalços dos horários, eu tenho certeza que ele ganhou uma família responsável, que ele ama e que agora é muito mais feliz.

Viu só? E você ai achando que as pessoas não abandonam e nem doam cães de raça. Por isso que na nossa criação exigimos castração e temos nossas portas sempre abertas para recebê-los de volta, caso eles não tenham pra onde ir.

This Post Has 6 Comments
  1. Durante muito tempo hesitei em adquirir um West, a Lana foi comprada e a casa ficou mais alegre, minha mae portadora de uma doença degenerativa, foi adotada pela pequena, que passava o tempo todo junto a mamãe. Logo depois da Lana veio Alfred e tb muito dengoso, fez novamente a alegria, a mamae se foi em agosto e Lana avisou latindo como nunca, tentando avisar que algo estava piorando! A vida andava triste e estes dois fizeram toda a diferença! Convivem muito bem com meus vira latas e com os scoth terrier que ganhei 2 dias apos perder a mamãe!

  2. Olá! Adoramos ver a história do nosso Pipo aqui no blog! Muito bonito o trabalho que tu presta para os companheirinhos destes fofos! Na verdade, o trabalho que tu presta PARA os fofos, né!? Já que as pessoas costumam ser tão ignorantes com relação aos bichos. Informação é tudo!

    1. Oi Karen, são muito lindas as fotos de vocês. Só vejo amor ali. O Pipo ficar em casa sozinho por um tempo, é só um detalhe. Ele está feliz. É visível! Alias não esqueci o email não…vou responder ta? É que eu to com numa ciranda aqui e quero responder direitinho! 🙂 bjo! Da um apertão nesse Pipo (eu aperto muito os meus). 😀

  3. Hehe! Eu estou aqui tentando digitar e ele está mordendo minhas mãos! =) Eu tenho vontade de amassar ele o tempo todo!! Tenho o “ataque de beijos” em que ele tem que me aguentar sovando ele todo! Hehe! Amamos muito nosso fofinho! Não consigo mais imaginar nossas vidas sem ele! =D

  4. Olá, faz muito tempo que sigo sua página, mesmo não tendo um Westie…
    Na verdade, eu tinha até março um Shitsu, de nome Bob, que era meu por adoção, por que na verdade era da minha filha, enfim… ele morreu e desde então não me conformo. Ele tinha apenas 06 anos e morreu de Babesia. Foi tudo muito rápido, do disgnóstico a té o dia da morte foram 03 dias. Sinto muita saudade dele e ainda estou de luto, toda vez que vejo um parecido com ele na rua me dá uma vontade danada de chorar. Todo mundo fica nesse papo de adotar, que eu acho muito legal,mas só se acha cão adulto, grande e de pelo curto. Eu não gosto. Gosto como o Bob´inho, pequeno e peludinho. Quando li sua estória de ganhar um westie fiquei animada! Quem sabe, alguém resolve me presentar com um, ou com outro shitsu, nem precisa ter pedigree, o Bob tinha! Enfim, foi só um desabafo! Um abraço, seus cãezinhos são lindos!

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